Amo-te tanto que se um dia eu te perder na dor do desencanto, silenciarei meu canto e não saberei mais viver.
CORAÇÃO PIRATA
"Talvez tenha sido por um olhar...Talves por um sorriso...Talvez tenha sido por aquelas palavras ou talvez aquele instante contigo...Talvez um dia estaremos juntos e talvez tudo será esquecido...Talvez possa existir outros momentos e aí quem sabe...Nem tudo estará perdido.
sábado, 13 de outubro de 2012
AMEI PRA NUNCA MAIS
Amei como ninguém
Acreditei na ilusão
Sorri loucamente
Acreditando na paixão.
Amei como a mim mesmo
Doei o meu coração
Pensei que poderia ser eterno
Não tiveram compaixão.
Mais aprendi que a vida
Transtorna o coração
Desvia os sentimentos
Que acabam numa prisão...
Amei como a mim mesmo
Doei o meu coração
Pensei que poderia ser eterno
Não tiveram compaixão.
Mais aprendi que a vida
Transtorna o coração
Desvia os sentimentos
Que acabam numa prisão...
AUTORA : RAYMUNDA SOUSA
MADRUGADA
Já é tarde,posso entender
Que passei dos limites
Nem sei por que.
Apenas escuta - me
O motivo de lhe acordar
A noite é tão fria
E acordei apavorada
E as lágrimas não consegui controlar.
Sei que está dificil
Você simplesmente reconhecer
Mais a saudade devastadora
Dominou o meu ser.
Dominou a minha vida
As razões inadequadas
Deixei -me cair nos braços de outro amado
Restou um vazio na madrugada.
A noite é tão fria
E acordei apavorada
E as lágrimas não consegui controlar.
Sei que está dificil
Você simplesmente reconhecer
Mais a saudade devastadora
Dominou o meu ser.
Dominou a minha vida
As razões inadequadas
Deixei -me cair nos braços de outro amado
Restou um vazio na madrugada.
AUTORA : RAYMUNDA SOUSA
LÁGRIMAS EM NOITE DE LUAR
São tantos momentos
Que agora aqui relembro
Fascinada com este céu estrelado
Pensando em tudo que vivemos.
Foi tudo tão depressa
Que não sei com explicar
Si vivi ou revivi
Algo que não dar pra detalhar.
São tantos detalhes envolvidos
Foram tantas idas e voltas
Só restou um quarto vazio
Onde em noite clara
Procuro respostas.
A tristeza contagiou este corpo meu
Não teve remédio que o curasse
Como tudo na vida marca
Mas não mata a saudade.
Uma saudade que não tem sentido
Por que nada disso começou
Que num passo de mágica acabou.
Será que a distancia foi cruel ?
Não, não posso imaginar
Não existe mais nada cruel
Alguém que não saiba amar.
E para espantar a tristeza escondida
Percorro a estrada a fora
Admirando o poder do amor
Estas lágrimas em noite de luar
Lamentando aquele amor que foi embora.
RAYMUNDA SOUSA
Foi tudo tão depressa
Que não sei com explicar
Si vivi ou revivi
Algo que não dar pra detalhar.
São tantos detalhes envolvidos
Foram tantas idas e voltas
Só restou um quarto vazio
Onde em noite clara
Procuro respostas.
A tristeza contagiou este corpo meu
Não teve remédio que o curasse
Como tudo na vida marca
Mas não mata a saudade.
Uma saudade que não tem sentido
Por que nada disso começou
Que num passo de mágica acabou.
Será que a distancia foi cruel ?
Não, não posso imaginar
Não existe mais nada cruel
Alguém que não saiba amar.
E para espantar a tristeza escondida
Percorro a estrada a fora
Admirando o poder do amor
Estas lágrimas em noite de luar
Lamentando aquele amor que foi embora.
RAYMUNDA SOUSA
COISAS DA VIDA
De que vale a verdade
Si eu não posso explicar.
De que vale ter você
Si eu não posso te abraçar
De que vale tuas mãos
Se não posso apertar.
De que vale um sorriso
Sem ter o brilho do seu olhar.
De que vale ter a vida
Si ela não quer me aceitar.
De que vale o brilho do sol
Si eu não posso olhar.
De que vale uma canção
Batendo na escuridão
Sem ninguém pra consolar.
Portanto deixe - me viver
Essa amargura,essa aventura e desespero com a solidão
Pois sem o seu amor sou uma andorinha sozinha sem verão.
Eu posso viver sem a sua gratidão
O meu coração até suportaria
Mais não pessa nessa constante agonia
Pois o mu coração não aguentaria.
A verdade é a voz da razão
Maltrada e enganada
Também pela solidão
Despertada por um sentimento
Cheio de felecidade
Quando abriu as portas do coração
Era apenas uma caixinha
Repleta de saudades....
Raymunda Sousa
ONDE ANDARÁS O MEU AMOR
Onde andarás o meu amor
Na china ou no Japão
No berço do rio raso
Nas margens do sertão.
Onde andarás o meu amor?
Por que não o vejo na imensidão
No fim do pequeno horizonte
No batuque do coração.
Onde andaarás o meu amor?
Já viajei de norte a sul
Do oeste ao nordeste
Até mesmo na adrenalina
Do canto do irapuru.
E não me canso de procurar
No beco de uma esquina
Numa praça vazia
Numa avenida a vagar
Até mesmo no brilho do luar.
Onde andaarás o meu amor?
Pois está chegando o verão
Quero-lhe para esquentar o meu corpo
Que o inverno congelou sem compaixão.
Onde andaarás o meu amor?
Não sei quem tu és
Talvez um dia tu percebas
Que existe alguém bem longe
Que em sonhos te deseja.
Onde andaarás o meu amor?
No espaço sideral
Entre a lua e as estrelas
Nos raios do pó do sol
No pingo do meio dia
Na brisa que toca a minha alma
Do vento que trás a felicidade
Venha meu amor de onde estiver
Afogar o fogo da paixão
Com o seu amor de verdade.
Por que não o vejo na imensidão
No fim do pequeno horizonte
No batuque do coração.
Onde andaarás o meu amor?
Já viajei de norte a sul
Do oeste ao nordeste
Até mesmo na adrenalina
Do canto do irapuru.
E não me canso de procurar
No beco de uma esquina
Numa praça vazia
Numa avenida a vagar
Até mesmo no brilho do luar.
Onde andaarás o meu amor?
Pois está chegando o verão
Quero-lhe para esquentar o meu corpo
Que o inverno congelou sem compaixão.
Onde andaarás o meu amor?
Não sei quem tu és
Talvez um dia tu percebas
Que existe alguém bem longe
Que em sonhos te deseja.
Onde andaarás o meu amor?
No espaço sideral
Entre a lua e as estrelas
Nos raios do pó do sol
No pingo do meio dia
Na brisa que toca a minha alma
Do vento que trás a felicidade
Venha meu amor de onde estiver
Afogar o fogo da paixão
Com o seu amor de verdade.
Raymunda Sousa
REFLEXÃO
A CADA DIA PROCURO UM MOTIVO
ALGO PARA ENCONTAR VOCÊ
E NO MEIO DO CAMINHO
O FRIO PECORRE AS MINHAS VEIAS
A ANSIENDADE É TANTA
QUE CAMINHO MAIS DEPRESSA
PARA TE VER..
HUM!!! BATE EM DESPARADA ESTE PEITO MEU
TÃO FLÁGIL E INCONTROLAVEL
SINTO EU SER AMANDA
QUANDO ESTOU EM SEUS BRAÇOS..
AMO MEU
AMOR DA MINHAVIDA
SINTO EU SENDO AQUELA
FLOR SEM GUARRIDA.
ESQUECIDA PELO O TEMPO
PELO DESTINO CRUEL
SERÁ REALMENTE QUE ESQUECEU
OU ABANDONOU- ME NESTE BARCO DE PAPEL.
GRITO O SEU NOME AMADO
O ECO SUAVE DA MINHA VOZ
SE RESPLANDECE NO HORIZONTE
SERÁ MESMO MEU AMADO
QUE VIVERIE COM A VOCÊ A CADA INSTANTE?
SE NÃO FOR NESTE MOMENTO
ESPERAREI O TEMPO QUE FOR
DE ONDE VI AQUI CHEGUEI
COM MARCAS DE DOR
NADA E NINGUÉM CONSIGUIRÁ DERROTAR ESTE AMOR...
RAYMUNDA SOUSA
SINTO EU SER AMANDA
QUANDO ESTOU EM SEUS BRAÇOS..
AMO MEU
AMOR DA MINHAVIDA
SINTO EU SENDO AQUELA
FLOR SEM GUARRIDA.
ESQUECIDA PELO O TEMPO
PELO DESTINO CRUEL
SERÁ REALMENTE QUE ESQUECEU
OU ABANDONOU- ME NESTE BARCO DE PAPEL.
GRITO O SEU NOME AMADO
O ECO SUAVE DA MINHA VOZ
SE RESPLANDECE NO HORIZONTE
SERÁ MESMO MEU AMADO
QUE VIVERIE COM A VOCÊ A CADA INSTANTE?
SE NÃO FOR NESTE MOMENTO
ESPERAREI O TEMPO QUE FOR
DE ONDE VI AQUI CHEGUEI
COM MARCAS DE DOR
NADA E NINGUÉM CONSIGUIRÁ DERROTAR ESTE AMOR...
RAYMUNDA SOUSA
ÁGUAS PASSADAS
Não te culpo pelo fim
Das coisas que passaram
Não te culpo pela insônia
Das tristes fases ao seu lado.
Aquele castelo de areia
Culpo aquele que disse
Há muito tempo o vento levou
As lágrimas viraram fel
Deixando apenas as meras lembranças
E no final são amargas
De uma paixão que ficou
Sedenta
Se esquecer fosse fácil
A tristeza não sufocaria tanto
Existiria uma solução
A felicidade que chora
Arrancaria de dentro do meu coração
E coração em lágrima reclama
Essa maldita paixão.
Daquele que foi embora
Poderia ser melhor
São águas passadas agora
Dormir e não mais relembrar
Que hoje invade o futuro
Os olhos cansam da noite escura
Que sofre quem está por perto
E adormecem nos seus sonhos
E acaba sozinho no mundo.
Raymunda Sousa
Culpo aquele que disse
Há muito tempo o vento levou
As lágrimas viraram fel
Deixando apenas as meras lembranças
E no final são amargas
De uma paixão que ficou
Sedenta
Se esquecer fosse fácil
A tristeza não sufocaria tanto
Existiria uma solução
A felicidade que chora
Arrancaria de dentro do meu coração
E coração em lágrima reclama
Essa maldita paixão.
Daquele que foi embora
Poderia ser melhor
São águas passadas agora
Dormir e não mais relembrar
Que hoje invade o futuro
Os olhos cansam da noite escura
Que sofre quem está por perto
E adormecem nos seus sonhos
E acaba sozinho no mundo.
Raymunda Sousa
CORAÇÃO ENGANADOR
O silencio lá fora
Trás consigo lembranças
De um dia de outra
Em meus tempos de criança.
Com o passar dos anos
Aquele anjo amadureceu
Cresceu também o coração
Na esperança de conquistar
O que é seu.
Mais o tropeço da vida
Das pedras na estrada
Das águas caídas
De uma luz enluarada.
O tempo não mudou nada
Só aquela doce menina
Que fica na janela
Pensando num que vinha ainda.
Nasceu um amor de repente
No topo da montanha fria
Aquele que um dia a amou
Que transbordou também agonia.
O filme de recordações passou
Em sua mente perturbada
Aquela menina que um dia
Sonhava em ser amada.
O amor dizia ser forte
Superava toda a dor
Mas cansou daquela monotonia
E seus choraram por esse amor.
O coração gritou por socorro
Pediu ajuda sem saber o porquê
Onde andas o meu refugio
Talvez fosse embora com você.
Tu enganaste o meu coração
Ou será que foi o meu?
Talvez eu tenha razão
O meu nunca foi céu.
Senti isso quando te reencontrei
Uma coisa estranha aconteceu
O beijo não era mais o mesmo
As palavras se esconderam.
Foi tão frio com o meu coração
Não escolheu as palavras certas
A fúria que não havia
Hoje este coração deserta.
O tempo irar apagar um dia
Mais nunca me esquecerei
Pois relembro todos os dias
Como se fosse a primeira vez.
Aquele anjo inocente
Não foi mais a mesma
Não é mais aquela flor
Quando o amor bate em sua porta
Imagina que seja
Outro coração enganador
E fecha a porta
Despachando o amor...
RAYMUNDA SOUSA
Com o passar dos anos
Aquele anjo amadureceu
Cresceu também o coração
Na esperança de conquistar
O que é seu.
Mais o tropeço da vida
Das pedras na estrada
Das águas caídas
De uma luz enluarada.
O tempo não mudou nada
Só aquela doce menina
Que fica na janela
Pensando num que vinha ainda.
Nasceu um amor de repente
No topo da montanha fria
Aquele que um dia a amou
Que transbordou também agonia.
O filme de recordações passou
Em sua mente perturbada
Aquela menina que um dia
Sonhava em ser amada.
O amor dizia ser forte
Superava toda a dor
Mas cansou daquela monotonia
E seus choraram por esse amor.
O coração gritou por socorro
Pediu ajuda sem saber o porquê
Onde andas o meu refugio
Talvez fosse embora com você.
Tu enganaste o meu coração
Ou será que foi o meu?
Talvez eu tenha razão
O meu nunca foi céu.
Senti isso quando te reencontrei
Uma coisa estranha aconteceu
O beijo não era mais o mesmo
As palavras se esconderam.
Foi tão frio com o meu coração
Não escolheu as palavras certas
A fúria que não havia
Hoje este coração deserta.
O tempo irar apagar um dia
Mais nunca me esquecerei
Pois relembro todos os dias
Como se fosse a primeira vez.
Aquele anjo inocente
Não foi mais a mesma
Não é mais aquela flor
Quando o amor bate em sua porta
Imagina que seja
Outro coração enganador
E fecha a porta
Despachando o amor...
RAYMUNDA SOUSA
AMOR PERDIDO
Se eu pudesse pegar o sol
Para te presentear
Escreveria o seu lindo nome
Em cada rosto em cada olhar
E matar esta paixão
De não poder te amar.
O destino está escrito
Dentro de um coração aflito
Por um amor infinito.
Pois tento te esquecer
Mas á onde olho vejo você
Como vou conseguir
Se não sei o que fazer
Tua imagem está escrita
Na minha lama e no meu ser.
Aonde olho vejo flores
Cada jardim é você
Cada galho um espinho
Cujo esses espinhos
Machuca o meu coração
O qual sofre amargamente
Pela sua ingratidão.
Autora: Raymunda Sousa
De não poder te amar.
O destino está escrito
Dentro de um coração aflito
Por um amor infinito.
Pois tento te esquecer
Mas á onde olho vejo você
Como vou conseguir
Se não sei o que fazer
Tua imagem está escrita
Na minha lama e no meu ser.
Aonde olho vejo flores
Cada jardim é você
Cada galho um espinho
Cujo esses espinhos
Machuca o meu coração
O qual sofre amargamente
Pela sua ingratidão.
Autora: Raymunda Sousa
AMIGO OU AMANTE
Gostaria de lhe dizer amigo
Gostaria de lhe chamar de amigo
Tantas coisas que ha aqui dentro
Falar desse sentimento profundo
Que me ferem todos os dias
Palavras que possam adormecer o seu coração
Gostaria de lhe expressar amigo
Não frases que viram ilusão.
As minhas grandes alegrias.
Gostaria de lhe expressar amigo
Não frases que viram ilusão.
As minhas grandes alegrias.
Amigo ou amante
Como dói aqui dentro
Como dói aqui dentro
Que enamora as minhas fantasias
Quando os seus olhos revejo
Que chora quando estou triste
O brilho que ele tem
Quando os seus olhos revejo
Que chora quando estou triste
O brilho que ele tem
Que traz de longe a alegria.
Tira os meus sonhos de jeito
Tira os meus sonhos de jeito
AUTORA : RAYMUNDA SOUSA
CORAÇÃO NEGRO
O destino traçou o meu caminho
Trazendo com ele o vento
Nas margens da tempestade
Nos pés da virgem santa
Fiz um pequeno juramento.
A partir daquele dia
Proibi o meu coração
De amar sem ser amado
Deixará a solidão.
A razão será bem forte
Acabará de repente a melodia
A canção será impura
O amor uma bijuteria.
Numa imensa tarde de sol
Travarei o bem e o mal
Encontrarei um forasteiro
Nas margens da capital.
Esse coração negro é corajoso
Senti o medo só de olhar
Aquele lindo guerreiro
Mais não consegue se apaixonar.
Palavras, fúrias lhe apavoram
E foge para bem longe
O coração negro não quer mais
Cair nos braços de seu amante.
Autora: Raymunda Sousa
A partir daquele dia
Proibi o meu coração
De amar sem ser amado
Deixará a solidão.
A razão será bem forte
Acabará de repente a melodia
A canção será impura
O amor uma bijuteria.
Numa imensa tarde de sol
Travarei o bem e o mal
Encontrarei um forasteiro
Nas margens da capital.
Esse coração negro é corajoso
Senti o medo só de olhar
Aquele lindo guerreiro
Mais não consegue se apaixonar.
Palavras, fúrias lhe apavoram
E foge para bem longe
O coração negro não quer mais
Cair nos braços de seu amante.
Autora: Raymunda Sousa
ESTRELA NASCENTE
No silêncio da matina
Os meus olhos se abriram
Tão pequenos eram eles
E todos ao meu redor admiravam.
Eu uma estrelinha nascente
Não imaginava o que estava acontecendo
Aquela multidão ao meu redor
Tocando os meus pés pequenos.
O meu rostinho pensando inocentemente
Queria entender o motivo
A alegria de tanta gente.
Era dia 12 de agosto
No ano de 1987
A minha estrelinha brilhou no céu
Tudo era confeites.
Nessa pequena cidade chamada Itaituba
Bem no cantinho do Pára
Lá estava eu começando a andar.
Lágrimas molhavam o meu rosto
Minha mãe querida a me acalentar
Deitava-me em seu colo
Com o embalo do seu balanço
Adormecia a estrelinha do luar.
Eu uma estrelinha nascente
Não imaginava o que estava acontecendo
Aquela multidão ao meu redor
Tocando os meus pés pequenos.
O meu rostinho pensando inocentemente
Queria entender o motivo
A alegria de tanta gente.
Era dia 12 de agosto
No ano de 1987
A minha estrelinha brilhou no céu
Tudo era confeites.
Nessa pequena cidade chamada Itaituba
Bem no cantinho do Pára
Lá estava eu começando a andar.
Lágrimas molhavam o meu rosto
Minha mãe querida a me acalentar
Deitava-me em seu colo
Com o embalo do seu balanço
Adormecia a estrelinha do luar.
AUTORA : RAYMUNDA SOUSA
ESTRANHA VIDA
Há muito tempo quero encontrar
Um sentido para minha vida
Uma correnteza de felicidade
Que cicatrize as feridas.
As feridas que esse mundo fez
As dores que não foram esquecidas
O inicio de um novo sonho
E o fim de uma partida.
Uma partida continua
Que invade o peito vazio
Que a poeira não prencheu
Que o inverno não congelou de frio.
É triste esta desconhecida vida
Sem sugestões e sem misterios
Que os pés cansados declaram
Os frutos escolhidos que venero
Orgulho-me de um dom supremo
De poder escolher o próprio destino
Uma curva estreita na estrada
Atrapalha o meu curto caminho.
Portanto ando sozinha
Numa longa rua vazia
De cactos furando os pés
Da dor que nunca padecia.
Me encontro num triste relento
Resfrida da chuva do outro dia
O orvalho da manhã que brotava
Apagou minhas alegria
Um rumo nesse tempo todo
Procurei encontrar
Uma razão muito profunda
Além do verbo amar
Ah! Incomparável amor
Respiro bem fundo
Abro os meus braços longos
Para abraçar este mundo.
Um mundo que tirou-me tudo
Até a única esperança
Apagou o que há de mais belo
As lembranças da infância.
Se os ponteiros do relógio
Paresse naquele momento
Pediria em lágrimas solitárias
Que tirasse todo o tormento.
E voltando a realidade
Da minha infelicidade
Acalanto uma estranha vida
De tudo que restou foi saudade
Saudade de quem partiu
E não volta jamais
A memoria não deletou
E nem tirou a sua paz.
Uma paz que eu gostaria de sentir
E esquecer o que quero tanto
As magoas da vida passada
Que encharcaram o meu pranto.
Adormecida de tantas coisas
De erros enganados
Nesse momento gostaria que a verdade
Se tornasse mentiras
E se jogasse num lago
O segurança que protegia
A porta do meu coração
Jogou um lance perdido
A caiu na ilusão .
E no livro de recordações
Que está guardado no peito
Rabiscos em linhas brancas
Com palavras pelo averso.
A estranha vida monotona
Rasga as minha últimas vertes
Marcando o meu corpo frio
A flágida serpente do agreste.
As dores que não foram esquecidas
O inicio de um novo sonho
E o fim de uma partida.
Uma partida continua
Que invade o peito vazio
Que a poeira não prencheu
Que o inverno não congelou de frio.
É triste esta desconhecida vida
Sem sugestões e sem misterios
Que os pés cansados declaram
Os frutos escolhidos que venero
Orgulho-me de um dom supremo
De poder escolher o próprio destino
Uma curva estreita na estrada
Atrapalha o meu curto caminho.
Portanto ando sozinha
Numa longa rua vazia
De cactos furando os pés
Da dor que nunca padecia.
Me encontro num triste relento
Resfrida da chuva do outro dia
O orvalho da manhã que brotava
Apagou minhas alegria
Um rumo nesse tempo todo
Procurei encontrar
Uma razão muito profunda
Além do verbo amar
Ah! Incomparável amor
Respiro bem fundo
Abro os meus braços longos
Para abraçar este mundo.
Um mundo que tirou-me tudo
Até a única esperança
Apagou o que há de mais belo
As lembranças da infância.
Se os ponteiros do relógio
Paresse naquele momento
Pediria em lágrimas solitárias
Que tirasse todo o tormento.
E voltando a realidade
Da minha infelicidade
Acalanto uma estranha vida
De tudo que restou foi saudade
Saudade de quem partiu
E não volta jamais
A memoria não deletou
E nem tirou a sua paz.
Uma paz que eu gostaria de sentir
E esquecer o que quero tanto
As magoas da vida passada
Que encharcaram o meu pranto.
Adormecida de tantas coisas
De erros enganados
Nesse momento gostaria que a verdade
Se tornasse mentiras
E se jogasse num lago
O segurança que protegia
A porta do meu coração
Jogou um lance perdido
A caiu na ilusão .
E no livro de recordações
Que está guardado no peito
Rabiscos em linhas brancas
Com palavras pelo averso.
A estranha vida monotona
Rasga as minha últimas vertes
Marcando o meu corpo frio
A flágida serpente do agreste.
CORAÇÃO FAMINTO
O coração quer vagar
Caminhar sozinho pela montanha
Galopar num cavalo mais bravo
Vibrar nessa aquimera.
Caminhar sozinho pela montanha
Galopar num cavalo mais bravo
Vibrar nessa aquimera.
O coração faminto está solitário
O seu beija-flor partiu cedo
Na matina da manhã bela.
Nas garras da fera ficou o medo
O coração desconsolado
Sangrou o dia inteiro
Gritou como Tarzan
Ferindo o seu bravo peito.
Na primavera radiante
Com perfume de flores belas
Chora o coração solitário
Com lágrimas de fera.
No meio da mata virgem
A cachoeira cantou uma melodia
Arrasando e abrindo mais as feridas
Que o beija - flor deixou naquele dia.
Caído no chão em pedaços
Outro beija - flor chegou manhoso
A procura de um novo amor
De algo mais manhoso.
Beijos eloqüentes sentiram
O coração pelo o outro
E assim caminharam juntos
Semeando sementes novas
De uma paixão gostosa.
Autora: Raymunda Sousa
O seu beija-flor partiu cedo
Na matina da manhã bela.
Nas garras da fera ficou o medo
O coração desconsolado
Sangrou o dia inteiro
Gritou como Tarzan
Ferindo o seu bravo peito.
Na primavera radiante
Com perfume de flores belas
Chora o coração solitário
Com lágrimas de fera.
No meio da mata virgem
A cachoeira cantou uma melodia
Arrasando e abrindo mais as feridas
Que o beija - flor deixou naquele dia.
Caído no chão em pedaços
Outro beija - flor chegou manhoso
A procura de um novo amor
De algo mais manhoso.
Beijos eloqüentes sentiram
O coração pelo o outro
E assim caminharam juntos
Semeando sementes novas
De uma paixão gostosa.
Autora: Raymunda Sousa
LÁGRIMAS DE UMA POETISA
Quem disse que uma poetisa não chora
Isso é eficaz nessa vida
Choramos quando estamos tristes
Ou revivendo uma dor escondida.
É tão fácil falar da minha dor
De tudo que estou sentindo
Si é fraqueza do corpo físico
Ou a insônia que vai consumindo.
Compreendo só agora
A melodia das palavras
Os fragmentos que
O meu coração brincava.
As letras desses fragmentos
Afetava esse peito meu
Chorava feito uma criança
Que perdeu o brinquedo seu.
Essas lágrimas que molham
Este rosto meu pequeno
São lágrimas de uma poetisa
Que esta provando o seu próprio veneno.
De tudo que estou sentindo
Si é fraqueza do corpo físico
Ou a insônia que vai consumindo.
Compreendo só agora
A melodia das palavras
Os fragmentos que
O meu coração brincava.
As letras desses fragmentos
Afetava esse peito meu
Chorava feito uma criança
Que perdeu o brinquedo seu.
Essas lágrimas que molham
Este rosto meu pequeno
São lágrimas de uma poetisa
Que esta provando o seu próprio veneno.
AUTORA : RAYMUNDA SOUSA
DOR DE AMOR
Caído e deformado
Sem juízo, sem direção
Arrebentado pela cruz
Que chamava – se paixão.
Parece que o tempo
Fez um seqüestro relâmpago
Levando você para longe
Na espaçonave entre a multidão.
Que tragédia é essa?
Não entendo esta revolta
Que circula e machuca
Tudo o que está em minha volta.
Acabaram-se as palavras
As lágrimas secaram
Deixando uma imensa tristeza
Aqui do meu lado.
AUTORA: RAYMUNDA SOUSA
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
CONTOS&POESIA&HUMOR: Sintomas de loucura
CONTOS&POESIA&HUMOR: Sintomas de loucura: Fere o meu peito marcado Balançando pelo teu amor Uma fúria devastadora vaga Despedaçando a bela flor. Tão meigo ele chegou Com o o...
quinta-feira, 7 de junho de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
POR QUE VOCÊ ME AMOU ?
O modo que você me olhou
Não acreditei quando
percebi
Era tudo um
passatempo
Momentos que nunca
vivi.
Por quê você me amou?
Desabrochou o meu coração tão fácil
Nunca havia sentindo algo assim
Seria
melhor para mim.
Os espelhos da dor eterna
Feriram a minha alma sem dó
Pensei que fosse o fim.
Desejei que tudo acabasse
Seria melhor o fim.
Ass: Raymunda Sousa
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