Há muito tempo quero encontrar
Um sentido para minha vida
Uma correnteza de felicidade
Que cicatrize as feridas.
As feridas que esse mundo fez
As dores que não foram esquecidas
O inicio de um novo sonho
E o fim de uma partida.
Uma partida continua
Que invade o peito vazio
Que a poeira não prencheu
Que o inverno não congelou de frio.
É triste esta desconhecida vida
Sem sugestões e sem misterios
Que os pés cansados declaram
Os frutos escolhidos que venero
Orgulho-me de um dom supremo
De poder escolher o próprio destino
Uma curva estreita na estrada
Atrapalha o meu curto caminho.
Portanto ando sozinha
Numa longa rua vazia
De cactos furando os pés
Da dor que nunca padecia.
Me encontro num triste relento
Resfrida da chuva do outro dia
O orvalho da manhã que brotava
Apagou minhas alegria
Um rumo nesse tempo todo
Procurei encontrar
Uma razão muito profunda
Além do verbo amar
Ah! Incomparável amor
Respiro bem fundo
Abro os meus braços longos
Para abraçar este mundo.
Um mundo que tirou-me tudo
Até a única esperança
Apagou o que há de mais belo
As lembranças da infância.
Se os ponteiros do relógio
Paresse naquele momento
Pediria em lágrimas solitárias
Que tirasse todo o tormento.
E voltando a realidade
Da minha infelicidade
Acalanto uma estranha vida
De tudo que restou foi saudade
Saudade de quem partiu
E não volta jamais
A memoria não deletou
E nem tirou a sua paz.
Uma paz que eu gostaria de sentir
E esquecer o que quero tanto
As magoas da vida passada
Que encharcaram o meu pranto.
Adormecida de tantas coisas
De erros enganados
Nesse momento gostaria que a verdade
Se tornasse mentiras
E se jogasse num lago
O segurança que protegia
A porta do meu coração
Jogou um lance perdido
A caiu na ilusão .
E no livro de recordações
Que está guardado no peito
Rabiscos em linhas brancas
Com palavras pelo averso.
A estranha vida monotona
Rasga as minha últimas vertes
Marcando o meu corpo frio
A flágida serpente do agreste.
As dores que não foram esquecidas
O inicio de um novo sonho
E o fim de uma partida.
Uma partida continua
Que invade o peito vazio
Que a poeira não prencheu
Que o inverno não congelou de frio.
É triste esta desconhecida vida
Sem sugestões e sem misterios
Que os pés cansados declaram
Os frutos escolhidos que venero
Orgulho-me de um dom supremo
De poder escolher o próprio destino
Uma curva estreita na estrada
Atrapalha o meu curto caminho.
Portanto ando sozinha
Numa longa rua vazia
De cactos furando os pés
Da dor que nunca padecia.
Me encontro num triste relento
Resfrida da chuva do outro dia
O orvalho da manhã que brotava
Apagou minhas alegria
Um rumo nesse tempo todo
Procurei encontrar
Uma razão muito profunda
Além do verbo amar
Ah! Incomparável amor
Respiro bem fundo
Abro os meus braços longos
Para abraçar este mundo.
Um mundo que tirou-me tudo
Até a única esperança
Apagou o que há de mais belo
As lembranças da infância.
Se os ponteiros do relógio
Paresse naquele momento
Pediria em lágrimas solitárias
Que tirasse todo o tormento.
E voltando a realidade
Da minha infelicidade
Acalanto uma estranha vida
De tudo que restou foi saudade
Saudade de quem partiu
E não volta jamais
A memoria não deletou
E nem tirou a sua paz.
Uma paz que eu gostaria de sentir
E esquecer o que quero tanto
As magoas da vida passada
Que encharcaram o meu pranto.
Adormecida de tantas coisas
De erros enganados
Nesse momento gostaria que a verdade
Se tornasse mentiras
E se jogasse num lago
O segurança que protegia
A porta do meu coração
Jogou um lance perdido
A caiu na ilusão .
E no livro de recordações
Que está guardado no peito
Rabiscos em linhas brancas
Com palavras pelo averso.
A estranha vida monotona
Rasga as minha últimas vertes
Marcando o meu corpo frio
A flágida serpente do agreste.
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