Caminhar sozinho pela montanha
Galopar num cavalo mais bravo
Vibrar nessa aquimera.
O coração faminto está solitário
O seu beija-flor partiu cedo
Na matina da manhã bela.
Nas garras da fera ficou o medo
O coração desconsolado
Sangrou o dia inteiro
Gritou como Tarzan
Ferindo o seu bravo peito.
Na primavera radiante
Com perfume de flores belas
Chora o coração solitário
Com lágrimas de fera.
No meio da mata virgem
A cachoeira cantou uma melodia
Arrasando e abrindo mais as feridas
Que o beija - flor deixou naquele dia.
Caído no chão em pedaços
Outro beija - flor chegou manhoso
A procura de um novo amor
De algo mais manhoso.
Beijos eloqüentes sentiram
O coração pelo o outro
E assim caminharam juntos
Semeando sementes novas
De uma paixão gostosa.
Autora: Raymunda Sousa
O seu beija-flor partiu cedo
Na matina da manhã bela.
Nas garras da fera ficou o medo
O coração desconsolado
Sangrou o dia inteiro
Gritou como Tarzan
Ferindo o seu bravo peito.
Na primavera radiante
Com perfume de flores belas
Chora o coração solitário
Com lágrimas de fera.
No meio da mata virgem
A cachoeira cantou uma melodia
Arrasando e abrindo mais as feridas
Que o beija - flor deixou naquele dia.
Caído no chão em pedaços
Outro beija - flor chegou manhoso
A procura de um novo amor
De algo mais manhoso.
Beijos eloqüentes sentiram
O coração pelo o outro
E assim caminharam juntos
Semeando sementes novas
De uma paixão gostosa.
Autora: Raymunda Sousa
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